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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Não Sei Como Ela Consegue (I Don't Know How She Does It)

 
Sabe aquelas histórias onde o assunto é a mulher que tem marido, filhos, cachorro, e ainda por cima é bem sucedida no trabalho? Pois bem, esse é o assunto em Não Sei Como Ela Consegue (I Don't Know How She Does It), uma comédia romântica onde essa mulher, Kate Reddy, é Sarah Jéssica Parker.
Kate é do tipo super dedicada, principalmente no trabalho, onde almeja uma promoção. Mas toda essa dedicação faz com que seja meio falha em algumas coisas de sua própria vida, e com isso, marido, filhos, e afazeres da casa ficam sempre em segundo plano.
O marido até leva a história de boa, até aparecer o novo colega de trabalho. Jack é um homem solitário, totalmente fixado no trabalho, e agora que passará a conviver com Kate aprenderá que a vida é muito mais que serviço.
Deu para perceber que é bem previsível, não é mesmo? Uma mulher dividida entre o trabalho e sua família. E tudo isso para saber como ela consegue se virar bem e dar conta de tudo. Mas será mesmo que é possível dar conta de tudo ao mesmo tempo?
O filme mostra aquelas cenas onde o personagem dialoga com os telespectadores, o que eu acho bem chato, por sinal. Mas há quem goste desse tipo de apresentação.
De um modo geral, o que dá para se salvar aqui é a lição de moral final, que ensina aos casais a importância de algumas coisas na vida. Um longa um tanto chatinho, apesar de que algumas mulheres poderão gostar. 

Por Silvia Freitas ( http://namanhadogato.blogspot.com/)

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Em “Assalto em Dose Dupla”, quem rouba a cena são os ladrões


Patrick Dempsey, famoso por seu papel de “doutor dos sonhos” na série “Gray’s Anatomy”, e Ashley Judd, famosa por sua atuação em “Crimes em Primeiro Grau”, são os protagonistas do longa, que ficam em segundo plano pela brilhante atuação dos vilões. Trata se de um filme de assalto do tipo comédia pastelão, característica do atual cinema inglês. Os ladrões são todos atrapalhados, e logo tudo começa a dar errado no assalto.
Na trama, Patrick Dempsey vive Tripp, um lunático que entra no banco para trocar seu dinheiro por moedas, quando se vê envolvido em dois assaltos simultâneos. O roubo é anunciado por dois caras caipiras e por uma equipe vestida de preto com máscaras. Enquanto as duas quadrilhas tentam atrapalhadamente se acertar, Tripp faz de tudo para entender o que está acontecendo, salvar a sua vida e a dos outros reféns, principalmente da caixa Kaitlin (Ashley Judd). Para desvendar este cenário maluco, Tripp junta os fatos estranhos e as pistas inconclusas.
Sem grandes pretensões, “Assalto em Dose Dupla” consegue fazer a plateia rir, utilizando uma apresentação diferente, com toques de humor ácido. 

Por Márcio Ramos

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Pica-Pau levará suas aventuras para as telas dos cinemas

Na onda de adaptar desenhos animados em animações para o cinema, a Universal Pictures anunciou que o próximo deles deverá ser Pica-Pau.

Criado por Walt Lantz em 1940, o pássaro já contou suas histórias por várias gerações, chegando a ganhar novos desenhos e histórias com o passar dos anos.

Apesar de amado por muitos, o personagem também é odiado devido seu temperamento frio e maldoso. Mesmo assim consegue arrancar muitas risadas em suas histórias onde também participam Zeca Urubu e Leôncio.

Ainda não é certo se o longa contará apenas com animação dos personagens ou mistura de humanos e animação. A produção deverá começar em 2012.

Assim como Pica-Pau, também teremos um novo longa de Popeye, que já teve sua história nas telonas no início dos anos 80. Esse ano já vimos Zé Colméia e Manda-Chuva, ambos da Hanna-Barbera.

Eu, particularmente, amo Pica-Pau. Ele é para mim o melhor desenho de todos os tempos. E já que a notícia entusiasmou, nos resta torcer para que a história seja tão engraçada como os desenhos mais antigos, que apesar de trazer um Pica-Pau mais maldoso, é muito mais engraçado.



quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Comedia “Amizade Colorida” é uma critica ao estilo cinematográfico romântico



Apesar de “Amizade Colorida” ser categorizado como uma comédia romântica, sua pretensão vai mais além, pois é um filme que pretende ironizar os clichês dos atuais películas com essa temática. Para isso, o diretor Will Gluck usa um artifício interessante: durante todo o tempo de exibição do longa, as personagens comparam sua vida com um filme que passa na televisão, ou fazem referências aos principais atores dessa linha cinematográfica.
Na história, uma caça-talentos (Mila Kunis) convence um blogueiro de Los Angeles (Justin Timberlake) a aceitar uma proposta de trabalho em Nova York. Inicialmente eles se tornam amigos, mas esse relacionamento começa a se complicar quando ambos resolvem incluir o fator sexo. Para que este acordo dê certo, os amigos criam uma regra básica: qualquer emoção deverá ser deixada de lado. Mas, como ninguém pode impedir os desejos do coração, as coisas não acontecem do jeito que eles querem.
O mérito do filme está especialmente na qualidade e graça dos diálogos, também nas situações intimas passadas pelo casal. Outro destaque deve ser dado para Timberlake, que vem se aprimorando como ator, e cada vez mais aparece em filmes importantes. Já Kunis, que se consagrou na série de TV “The 70’s Show”, também vai ganhando espaço nas telas de cinema.
Afinal, é uma ótima comédia que atinge sua pretensão, que é divertir.

 Por Marcio Ramos
Veja também outra crítica do filme no blog Na Manha do Gato

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Uma escolha inteligente para o Brasil no Oscar 2012

"Tropa de Elite 2" foi o escolhido pela Comissão Especial de Seleção para representar o Brasil no Oscar 2012. O anúncio aconteceu hoje (20), no Rio de Janeiro, e foi divulgado pelo Ministério da Cultura.
Podemos dizer que agora há esperanças para participarmos da agremiação, já que o filme anteriormente escolhido, "Lula, o Filho do Brasil", nem chegou perto. Bom, acho que todos concordamos que foi uma péssima escolha.
Nos EUA, o filme será apresentado como “Elite Squad: The Enemy Within (Tropa de Elite: O Inimigo Interno)”. A expectativa agora é que o longa que retrata a polícia, milícias e corrupção brasileira venha a conquistar outros telespectadores.
Fiquei satisfeita com a escolha, quem sabe se não tivessem escolhido o primeiro “Tropa de Elite” quando era atual, tivéssemos até conquistado uma estatueta? Fica a torcida agora para o filme nacional mais visto de todos os tempos, dirigido por José Padilha.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Em “Professora sem Classe” Cameron Diaz deixa de ser a queridinha



Cameron Diaz, ao longo de sua carreira, sempre interpretou papéis onde se destacava como a mocinha simpática e charmosa que todos gostam, porém em “Professora sem Classe”, ela faz uma personagem que se revela fria, calculista e cruel.

Na trama, Cameron Diaz vive Elizabeth, uma professora que odeia seu trabalho e acha que todos seus colegas de escola são babacas. Para mudar sua horrível vida, tenta a todo custo casar-se com um homem rico para sustentá-la. Quando seu último plano dá errado ela retorna a escola e conhece Scott (Justin Timberlake), um professor substituto de família rica que ela logo se interessa. Mas Elizabeth percebe que a única maneira para conquistá-lo será aumentando os seios. Para conseguir fazer a cirurgia ela precisa arranjar US$ 10 mil, e fará de tudo para colocar os tais silicones.

“Professora Sem Classe”, como todas as novas comédias que chegam ao cinema, investe em um humor politicamente incorreto, porém pelo fraco roteiro e péssima direção é apenas uma fraca comédia, longe de ser realmente ousada, com poucos momentos de diversão.

Por Marcio Ramos

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Dirty Dancing, clássico musical dos anos 80, ganha refilmagem


Em 1987, Dirty Dancing – Ritmo Quente (Dirty Dancing) era o preferido da galerinha jovem que se derretia pelo então galã Patrick Swayze, que contracenava com Jennifer Grey em sua versão original, sem a cirurgia plástica que a modificou e trouxe tantas polêmicas.
Nesta semana, os fãs do longa foram surpreendidos por uma notícia que alegrou a uns, e desapontou a outros: o filme ganhará um remake. Há quem diga que nunca conseguirão fazer outro nas mesmas proporções e sucesso do primeiro, mas há quem acredite que em nova roupagem ele pode ficar até melhor.
Na história, Frances “Baby” Houseman (Jennifer Grey) vai com a família para um hotel de veraneio, onde costumam passar as férias. Em épocas em que novas melodias estão mexendo com a cabeça dos jovens dos anos 60, época em que se passa a história, o foxtrot e mambo ainda imperam nos salões do hotel. Lá ela conhece Johnny Castle (Swayze), que é instrutor de dança do local. Tentando salvar a pele da dançarina Penny (Cynthia Rhodes), que está grávida e pode ser demitida se não dançar, Baby assume o posto e aprende a dançar instruída por Johnny. Logo os dois se envolvem em um relacionamento proibido.
Fora a história, as canções do filme são um grande atrativo, vindo a música tema, "The Time of my Life", ganhar o Globo de Ouro no mesmo ano.
Em 2004, tentou se fazer uma sequência do filme. Swayze foi convidado para fazer o papel principal, mas preferiu apenas fazer uma ponta como instrutor de dança, mesmo personagem do primeiro filme. Dirty Dancing – Noites em Havana não conseguiu o mesmo sucesso de seu antecessor, e a história também não empolgou.
Segundo já foi anunciado, novas músicas serão elaboradas para esse remake. Kenny Ortega, que coreografou Jennifer e Patrick, irá ensaiar e dirigir novo elenco. O filme ainda não tem atores definidos nem data de estreia.
Resta sabermos agora se o filme será ambientado nos dias atuais ou em épocas passadas, como na primeira versão, e se a história vai rolar nos mesmos moldes de romance proibido. Confesso que estou ansiosa para o filme, já que ele foi um ícone na minha juventude. Uma pena Patrick Swayze, que morreu de câncer em 2009, não poder fazer mais uma ponta nesta versão como aconteceu em Dirty Dancing – Noites em Havana. Quem sabe Jennifer faça?


segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Com um elenco admirável, filme é dramático demais e deixa a desejar


Laura (Katie Holmes) será madrinha de casamento de uma grande amiga da época do colégio, Lila (Anna Paquin). O problema é que o noivo, Tom (Josh Duhamel), é seu ex-namorado. Seus amigos também estarão lá. Conhecidos como “Os Românticos”, eram parte de uma turma liberal e unida.
Esse é o tema abordado pelo longa O Casamento do Meu Ex (The Romantics), uma comédia dramática que fala sobre relacionamentos e traições. Laura é a típica amiga traída, que sempre viu Lila ter ciúme de tudo o tinha, querendo até mesmo compartilhar seus namorados. Depois de um relacionamento de mais de seis anos, Tom resolve abandonar Laura sem a mínima satisfação, e logo aparece noivo de sua melhor amiga.
Pelo que percebemos durante o filme, todos os amigos já tiveram algum tipo de envolvimento uns com os outros. E na noite em que antecede a boda, os excessos nas bebidas darão mais motivos para pensarem em uma possível troca de parceiros.
Lila é a típica menininha mimada, que quer ter tudo a qualquer custo. Seus pais já demonstraram seu descontentamento com o noivo, mas ela é irredutível. Tom é o cafajeste, que não sabe bem o que quer, e nem se tomou as decisões certas em sua vida. Imagine só então quando encontra sua ex...
O filme é cansativo e sem graça. Comédia mesmo rola pouco, porque no fundo o que fica é mais um drama de pessoas infelizes e com suas vidas desestruturadas. O triângulo amoroso entre Tom, Laura e Lila torna-se uma coisa muito besta, que fazem os mais realistas se remoerem nas poltronas.
O pior fica para o dia do casamento. Muitos imprevistos durante a antecipação da cerimônia só podia ter dado nisso mesmo. Final patético.
 
 
Por Silvia Freitas (Na Manha do Gato)

A adaptação de “Os Smurfs” para as telas dos cinemas é um sucesso


A primeira versão da já famosa e consagrada historia de Os Smurfs para os cinemas, que mistura computação gráfica com interação humana, é perfeita, mantendo a originalidade dos desenhos dos anos oitenta. A história criada pelo belga Peyo nos anos sessenta é mantida neste filme, com todos os personagens conhecidos, mas quem rouba a cena é o vilão Gargamel e seu fiel ajudante, o gato Cruel.

Na trama, Gargamel finalmente encontra a vila dos Smurfs, quando estes estão comemorando o festival da lua azul. Na fuga, o smurf Desastrado erra o caminho, e vai parar em um portal mágico que acaba em Nova York, no Central Park. Papai Smurf, Smurfette, Gênio, Robusto e Ranzinza vão atrás dele, seguidos de perto por Gargamel e Cruel, que vão tentar aprisioná-los para roubar a essência azul dos Smurfs e aumentar seu poder mágico. Só cabe então às criaturinhas tentar retornar ao seu mundo, contando com a ajuda do casal Patrick Winslow (Neil Patrick Harris) e Grace Winslow (Jayma Mays).

O filme Os Smurfs é uma surpresa aos telespectadores, pois vai encantar os pais, provavelmente fãs do desenho animado, e as crianças que se apaixonarão pelas lindas e engraçadas criaturinhas felizes.