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domingo, 21 de novembro de 2010

Crítica: Um Homem Misterioso

Baseado em romance de Martin Booth (A Very Private Gentleman), com direção de Anton Corbijn, Um Homem Misterioso (The American) chega ao cinema com muito suspense e mistério.

O filme entra para listas de mais um alternativo na carreira de George Clooney, que aqui faz o papel de Jack, ou Edward, como se apresenta em uma pequena vila italiana onde vai morar.

Para começar, o título em inglês descreve bem o que ele é: um americano, o qual vive em países da Europa trabalhando em algo que o faz ser caçado e o obriga a mudar de cidade a todo o tempo. Em todos os lugares ele é conhecido como “o americano”, mas também como um homem cheio de mistérios sobre o que de fato faz em sua vida.

E fugindo de uma ação mal sucedida na Suécia é que ele vai para uma pequena cidade na Itália, de onde aguarda instruções para seu próximo trabalho. Lá conhece o padre do vilarejo e uma prostituta, com quem passa alguns momentos de prazer e romance.

O mais interessante é que a maior parte do filme se passa na Itália, e assim como acontece com nossas novelas brasileiras, a língua falada por lá é o inglês. Os personagens falam poucas palavras no idioma local, e por incrível que pareça, todo mundo entende e fala muito bem o inglês por lá, mesmo sendo em uma pequena vila longe da capital.

O americano Clooney faz aqui um papel bem chato e cansativo, onde pouco fala, não sorri, não faz amigos e vive com uma arma na mão esperando ser atacado por alguém. Misterioso ao ponto de ser maçante, se você não tem paciência com filmes parados demais, ou com poucas cenas de ação, nem perca seu tempo com este aqui.

Por Silvia Freitas

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