E de fato, quem assiste ao filme, não tem como não elogiar a performance de Firth. Ele, que faz o papel de George VI, ao lado de seu terapeuta Lionel Logue (Geoffrey Rush), tomam conta da história.
George, que é o pai de Elizabeth II, rainha da Inglaterra, é obrigado a assumir o trono no lugar de seu irmão Edward (Guy Pearce), que abdica da coroa. Mas um problema faz com que o novo rei sinta-se extremamente desconfortável em sua posição: ele é gago.
Com seus problemas emocionais, George desenvolveu uma gagueira que o impedia de discursar durante suas apresentações em público. Motivado por sua esposa Elisabeth (Helena Bonham Carter), procuram especialistas que possam ajudá-lo com seu problema. É aí que conhecem Logue.
Artista fracassado, o terapeuta Lionel Logue usa de várias técnicas esquisitas para tentar ajudar o rei, que no princípio desiste do tratamento. Aos pouco, vão se tornando íntimos e grandes amigos.
Apesar de se tratar de um drama, é impossível não rir em determinados momentos do tratamento de George. O filme passa de sério a simpático, e mostra como pano de fundo a realeza britânica e seus problemas diante da Segunda Guerra Mundial.
Vale a história e vale o Oscar.
Por Silvia Freitas

Excelente filme mesmo. Junto com a Rede Social protagonizam uma das melhores disputas do Oscar dos últimos tempos.
ResponderExcluirAula de atuação!
Sds